'Brevemente estaremos “dando adeus a nossa Amazônia”'

Paulo Martins
Política | Publicado em 11/10/2019 às 13:30

As riquezas que a natureza depositou na Amazônia são tão incalculáveis que nem a própria ciência deu conta até hoje de dimensionar e, embora um cidadão que em vida destacou-se pela inteligência, cultura e honestidade tenha apontado que o que as Gangs internacionais querem é o que está no subsolo - falo de Enéias Carneiro - a cobiça de quadrilhas internacionais está também na flora que tem sido explorada nas grandes fatias doadas aos índios, principalmente por franceses sub-jacentes, e para produção de cosméticos, perfumes e medicamentos. 

Mas se isso não bastasse, eis que agora o vaticano, certamente atendendo a pedidos da extrema esquerda que lhe é simpática, sai de seus limites religiosos e resolve promover um sínodo sobre a “Amazônia, região que não lhe pertence”. Assim, como está se alastrando de forma camuflada um irrefutável plano que num bote final tentarão nos confiscar – seja da forma que for – a nossa Amazônia, acreditamos que já tenha até sido ultrapassada a hora do governo brasileiro adotar medida rígidas, drásticas...excepcionais até e, se necessário até de força, no sentido de defender aquele verdadeiro império de riquezas que discípulos do mal cobiçam e não irão medir consequências para lograr seus êxitos sobre o pretendido. 

E para não ir muito longe, o que o governo precisa fazer – se necessário até através de ato institucional porque o cedo está se fazendo tarde e a situação é grave -  é,  primeiro rever as enormes área indígenas cuja maioria é blefe e está entregue a quadrilhas e ONGs internacionais e fazer retornar essas áreas ao patrimônio nacional, ou seja, “dando a Cesar só o que realmente é de Cesar”. 

Em segundo lugar, é urgente ocupar a Amazônia com novas divisões militares, muitas, mas muitas mesmo, para deixar claro que aquela terra tem dono – lembrando Sepé Tiarajú -  abrir estradas lá dentro, lembrando Washington Luiz que ensinou que governar é abrir estrada – e deixar alguns espaços para construir presídios para criminosos de alta periculosidade, imitando Alcatráz, não digo com os horrores, mas com aquele tipo de isolamento. Os custos,  se desejar, a própria Amazônia financiará através de suas riquezas...mas é importante levar em conta que, nesse brasil que foi deixado depauperado moral e politicamente pelos governos passados, um plano desses talvez tenha que ser levado “até no tapa”, ou seja, peitado, pois se não for assim...brevemente estaremos “dando adeus a nossa Amazônia”, pois a pilantragem – como a do Maduro, por exemplo, para citar uma - tanto perdeu o respeito que está descarada, provocativa e acintosamente sujando nosso litoral, sem haver uma mínima reação dos Greenpeace da vida – vaticano – esquerda brasileira – Macron – e nem mesmo da despudorada ONU.



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