Presentes de Natal devem injetar R$ 185 milhões na economia de Londrina

Redação Tarobá News
Economia | Publicado em 04/12/2019 às 10:23

Os comerciantes de Londrina estão otimistas com o Natal deste ano. É que segundo uma pesquisa da Acil, a Associação Comercial e Industrial de Londrina, as compras com presentes devem injetar R$ 185 milhões na economia da cidade. O resultado é reflexo também do entusiasmo dos consumidores pelas promoções da Black Friday, do nível de inflação e do aumento do valor investido em presentes. No entanto, o consumidor continua econômico no momento da compra.

“Aos poucos o cenário econômico vem se movendo positivamente, os consumidores estão mais cautelosos e exigentes com seus investimentos, mas ao mesmo tempo não querem deixar de consumir. Precisamos aproveitar esses períodos de maior otimismo para levá-los a prestigiar o comércio local, com bons atrativos, ofertas e atendimento”, ressalta o presidente da ACIL, Fernando Moraes.

Segundo pesquisa encomendada pela ACIL, 71,9% dos londrinenses entrevistados devem realizar compras. O levantamento também revelou que o valor médio que cada consumidor deve gastar é de R$ 595,41. Já o valor gasto por presente é de R$ 106,68.

Dos entrevistados, 82,1% informaram que pretendem gastar com alimentos e bebidas de final de ano. O valor médio investido é de R$ 348.

Cada consumidor deve presentear cerca de 05 pessoas, ficando em primeiro lugar os filhos (53,5%), pai/mãe (51,2%), marido/esposa/companheiro (44,7%), sobrinhos/afilhados (26,7%), irmãos (22,6%) e namorado (13,4%). Os demais responderam amigos, sogros, netos e avós.

76,5% dos londrinenses informaram que pretendem realizar pesquisa de preço antes de efetuar a compra. A maioria das compras deve ser feita em shoppings centers (67,3%), seguida das lojas de rua da região central (37,8%), internet (16,1%), lojas de rua dos bairros (13,8%), galerias ou centros comerciais (4,6%) e outras cidades.

Entre as opções de presentes que mais se destacaram no levantamento estão roupas/vestuário (79,3%), brinquedos (50,7%), chocolates/alimentos (39,6%), calçados (35,5%), perfumaria (31,3%), livros (12,9%), bijuterias e acessórios (12,4%), objetos de casa e decoração (12,4%), eletrônicos (10,1%), seguido de relojoaria, celulares, eletrodomésticos e outros.

Sobre as formas de pagamento, em primeiro lugar ficou a modalidade à vista em dinheiro/cheque (47,9%), parcelado no cartão de crédito (37,8%), cartão de débito (24,9%), à vista no cartão de crédito (18,9%) e crediário (2,3%).

Dos consumidores que irão parcelar as compras no cartão de crédito, 42,7% afirmaram que farão em três vezes, 18,3% responderam duas vezes, 17,1% disseram quatro vezes, 7,3% escolheram cinco vezes e os demais farão o pagamento em mais parcelas.

Horário estendido

A pesquisa encomendada pela ACIL ainda revelou que para 67,3% dos entrevistados a abertura do comércio de rua nos dias de semana à noite e no sábado à tarde facilitaria as compras de Natal, sendo que 49,3% devem ir em busca de presentes no período noturno, enquanto 33,2% sairão à tarde, 15,7% pela manhã, 6,9% na hora do almoço e 6,5% quando tiver disponibilidade. 

Outro dado importante diz respeito à sensibilização do consumidor nesta época do ano. Para 61,8% deles, as programações artísticas e a decoração natalina seriam fortes incentivos para levá-los a prestigiar o comércio local.

(Com informações da ACIL)



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