“Para nós o caso está apenas no começo”, afirma advogado da família de Raquel Genofre

Redação Tarobá News
Policial | Publicado em 21/09/2019 às 13:34

O advogado da família de Rachel Genofre, Daniel da Costa Gaspar, afirmou em entrevista à Banda B, na noite desta sexta-feira (20), que o caso está apenas começando e que agora está trabalhando para construir uma “denúncia robusta” que apresente provas suficientes para garantir a condenação do acusado. O suspeito de matar a menina, que foi encontrada em uma mala na rodoferroviária de Curitiba em 2008, foi identificado graças ao cruzamento de dados do material genético encontrado sobre o corpo da vítima com o colhido de homem preso em São Paulo, na última quarta-feira (18).

“Para a Polícia Civil, esse caso se encaminha para um desfecho finalmente, mas para nós o caso está apenas no começo. Agora trabalharemos para garantir uma denúncia robusta, que contemple todas as qualificadores possíveis e com provas suficientes, além do DNA, para ir ao Tribunal do Júri com uma certeza maior de conseguir a condenação”, disse Gaspar.

Pai

Michael Genofre, o pai de Rachel, conta que a família não quer ficar com nenhuma pergunta sem resposta e que espera uma evolução das investigações depois do caso envolvendo sua filha. “Muitas famílias passam por situações parecidas com a nossa e muitas vezes a investigação não consegue chegar em um culpado, porque o ‘modus operandi’ é falho em muitas coisas. Se não fosse o exame de DNA, a investigação processual não chegaria no autor. Espero que ocorra evoluções na polícia científica e nas investigações no Brasil todo para que esse tipo de crime pare de acontecer”, disse Michael que revelou ter vivido o luto pela morte de Rachel apenas anos depois do crime.

Caso

No final da tarde do dia 3 de novembro de 2008, a menina Rachel Genofre deixava o Instituto de Educação, no Centro de Curitiba, após o término das aulas. O tchau dado pela garota aos colegas de classe é a última lembrança que se tem de Rachel ainda viva. O corpo da garota, morta por esganaduras no pescoço, só foi encontrado dois dias depois, na noite do dia 5, dentro de uma mala abandonada embaixo de uma escada, na Rodoferroviária de Curitiba.

Com informações: BandaB



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