Confira: Assessores que não precisam bater ponto na Câmara de Cascavel

Paulo Martins
Política | Publicado em 20/12/2018 às 12:51

Eles são o braço direito dos vereadores e devem atuar como voz da comunidade, levando os assuntos do povo até os nossos representantes no poder legislativo.

Estamos falando dos assessores parlamentares que, por lei, devem cumprir funções importantes. 

Comentário Paulo Martins:

De novo lambança envolvendo assessores na câmara de cascavel? Parece um setor sob medida para aquela velha comparação: “alí, puxa-se uma pena...Vem uma galinha”.  “Parece o hábito fazendo o monge” e ao invés de aprenderem com os erros do passado, decidem-se por criar novos erros!!! 

Armar qualquer tipo de acordo com assessores, que os façam esquivar-se das regras morais e funcionais do Serviço Público, é algo que irriga a tendência de desviarem-se da boa rota em outras circunstâncias também, como,por exemplo, deixar de cumprir com suas obrigações para, até quem sabe, realizar outros afazeres na hora do expediente, faturando uns trocos por fora, sem prejuízo de seu próprio salário religiosamente pago pelo bolso do povo. 

A revelação da existência do que chamam de “assessor” residindo e trabalhando num distrito, sem a exigência de comparecimento na
assinatura do ponto diário e ao expediente na casa que lhe emprega chega a “o-fus-car” a lembrança de um Chico Anízio. 

Mas, acreditamos que em torno da Câmera de Cascavel, que ainda deve explicações sobre assessora que não cumpria horário e ainda repartia seu salário com o próprio vereador – seu chefe – o conteúdo de mais essa reportagem de agora não chega a ser surpresa. 

Isso nos enseja relembrar também aquele patético hábito de bater o ponto e voltar pra casa e, pelo que estamos vendo e como também já se desconfiava, quantos outros casos devemos ter por ali por de trás das portas? Assim, diante de tantos desses hábitos e trambiques e, diante de tantos monges incorrigíveis por baixo dos hábitos, quem sabe a Câmera de Cascavel, para voltar a inspirar confiança, não se decida por um voto de fidelidade aos bons costumes, adotando, em proteção da sociedade que é quem paga por tudo, repetimos, para controle de assessores que vivem desgarrados, por essa novidade que se passou a conhecer na área judicial como “tornozeleira eletrônica???” 

Pronto...Pode não obrigar o elemento a trabalhar...Mas pelo menos se saberá onde se encontra e para aonde vai, na hora em que deve estar trabalhando. E isso para honrar o que a ele e ao seu chefe o povo paga.



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