É um nocaute que precisa ser esclarecido

Paulo Martins
Política | Publicado em 12/03/2018 às 14:13

A gente conhece a história de contentar “gregos e troianos”...O prefeito Paranhos, nesse caso, conseguiu o inédito, conseguiu “descontentar” a todos e, devido a sua inabilidade, conseguiu até construir um clima de suspeita sobre pessoas honradas. 

 Exonerações só tem sentido quando há culpa, se lançou a politicagem de que “poderiam voltar ao governo mais tarde” é sinal de que sua ineficaz teoria politica, a que tentou armar em busca de dividendos populares, não passou de uma tentativa de viajar sem bússola. 

Quanto ao imbróglio, é estranho que esse problema tenha se criado há seis meses e o próprio prefeito ter deixado sem solução quando do nascedouro, pois o que deveria ter sido feito era não apenas levantar as razões da troca de materiais, o “por quê” tecnicamente e, sim, o quanto seria economizado e qual seria o destino dessa economia, assim como se essas mudanças se enquadravam na lei, pois se trata de serviço público e não em obra na casa da mãe Joana.

Por fim, queiram ou não as partes, pelas cartas colocadas na mesa, a atitude mais correta está domiciliada no secretário de Meio Ambiente, Juarez Berté, que se negou a assinar algo em desacordo com os protocolos orquestrados pelo serviço público. 

Por último, a lamentar o clima do que se conhece por mentira que ficou no ar e, esse em torno da afirmação do prefeito que “disse falou com Berté sobre a saída e esse afirmando que soube pela imprensa”.  

É um nocaute que precisa ser esclarecido para se saber quem vai à lona na área da credibilidade.




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