Impeachment de Donald Trump: foram 332 votos a 95

Paulo Martins
Política | Publicado em 19/07/2019 às 13:25

Foram 332 votos a 95, uma “lavada”, como se costuma manchetar fatos de elevado interesse e esse ocorreu nos Estados Unidos, em sua Câmara de Deputados, em torno de proposta de impeachment do presidente Donald Trump.

O resultado deixou “rastejante” a oposição ao presidente americano. no final da votação alguém ainda teria aconselhado em voz alta: “saiam de costas para pensarem que vocês estão entrando”. Outra lavada ocorreu aqui no brasil, quando da primeira votação em torno da reforma da previdência: 379 votos a favor contra 131... também uma lavada. Mas, mesmo assim, as surras da direita sobre a esquerda, aqui e lá, não foram suficientes para lograr êxito em tentar fazer com que a paranoia que faz de políticos “verdadeiros inimigos e não adversários”, não foi curada, ao contrário, ocorreu em suas insanidades apenas algo como um tímido efeito por sedativos, tanto que, revelando que suas ideologias estão envolvidas em climas raivosos e nada passageiros, manifestam-se longe de pensar que se está no brasil, país destroçado pela corrupção dos últimos governos de esquerda, país do qual deixaram escombros – toneladas de escombros – e que sonha a oposição dobrar essa herança, pois politicamente já deram sobradas provas de que o que menos interessa é a recuperação nacional. 

É compreensível esta posição da esquerda, pois ela, assim como não tem Deus...também não tem pátria, estando aquela sua bandeira putrefata, conhecida como fôro de São Paulo, programada para tentar voltar a fazer exalar os habituais odores da imundície politica. E a propósito: até uma nomeação politica – que vem a ser de embaixador – nomeação que não se vincula a formalidade de carreira – por ser o indicado filho de Jair Bolsonaro, recebe críticas desabonadoras, com afirmações de falta de qualificação, como se fossem dotados dessa mesma qualificação para qualificar quem quer que seja, até mesmo um candidato a embaixador. / se pelo menos conhecessem um mínimo que fosse da vida, da competência, ou mesmo o que vem a ser competência de um advogado com OAB – fluente em mais dois idiomas além do seu – Português – flertando com doutorado ainda não terminado, talvez fosse – quem sabe – aceitável levar-lhes em conta.

Mas a verdade é outra... o que há é a intolerável circunstância de ver o governo Bolsonaro – pela grande amizade que cultivam Trump e filho do Trump com Eduardo Bolsonaro que, se for nomeado embaixador, desfrutará da mesa e sala do governo da maior potência do planeta. Pessoal do PT– PSOL – MDB e alguns outros de miúdas dimensões morais e politicas devem estar mordendo os calcanhares – de raiva – por ver se aproximar o invejável quadro do governo bolsonaro, repito, viver na sala, na mesa e na cozinha, lado a lado ao governo da maior potência mundial. 



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