O arbitrário processo de moldagem de crianças para um mundo comunista

Paulo Martins
Política | Publicado em 03/05/2019 às 13:12

Através da internet, o Brasil tomou conhecimento de mais uma ação indecorosa praticada pela ala da esquerda destemperada em busca de usar a escola como meio de doutrinação em favor de suas diabólicas essências. Numa sala de aula de cursinho particular e pago pelos alunos, uma mal intencionada decidiu deixar de lado o programa didático e passou a fazer pregações ideológicas. 

Uma aluna decidiu interromper o ato atrevido, reclamando que ali estava para se aprimorar em gramática – para fins de concurso – e não para ouvir aquele tipo de pregação. O atrevimento da pregadora foi de tal nível que se achou no direito de determinar a saída da aluna da sala e que se direcionasse à secretaria. A moça disse que sairia, caso a pregadora marxista fosse junto. 

E ali a ladainha foi formada e acabou ganhando as redes sociais, servindo de mais uma prova de que o “escola sem partido” já se faz tarde para ser aplicado, principalmente contra gente do nível daquela dita professora. O Brasil, no magistério, conta com professores qualificados para conduzir o tema como disciplina e não como politica ideológica...o problema são os aproveitadores infiltrados, os ativistas, os indigestos pregadores de essência fracassada e deletéria. 

A intenção de detonar o almejado programa “escola sem partido” é da esquerda histriônica e trata-se de mais uma estratégia, entre várias outras, a tentar demolir os valores sociais até aqui construídos pela sociedade brasileira. O que desejam os integrantes dessa desgastada ala ativista, nada mais é do que “autorização oficial para moldarem crianças e jovens politicamente”, desde a escola, no sentido de empurrarem esses alunos para o buraco negro de sua ideologia fungível, perversa e extemporânea. 

A proposta de liquidar com o programa “escola sem partido”, talvez merecesse até ser ignorada, todavia, a corrente contraria passou a contar também com certas figuras que nem o vocabulário medem, como é o caso de um ex-senador do paraná, vastamente conhecido por disparar insultos tanto no varejo como no atacado e que não deixou por menos quando, ainda a bordo de mandato, sobre a elogiável iniciativa de se configurar junto a crianças e jovens o pretendido e salutar programa “escola sem partido”- qualificou de “coisa de filho da...”...e completou a frase com o palavrão que ali a miudeza educacional aplica. 

Assim, mais esse episódio desta semana aqui relatado revela, mais do que nunca, que o escola sem partido se aplicado, como já deveria ter sido aplicado, deixará nossos alunos de hoje culturalmente vacinados contra doutrinações que os levem a ser envolvidos por esse nefasto, indecoroso, alucinado e arbitrário processo de moldagem de crianças para um futuro mundo comunista no Brasil.



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