'Vítimas se espalham por esse país do Oiapoque ao Chuí'

Paulo Martins
Política | Publicado em 10/10/2018 às 13:06

O assunto é segurança pública em Cascavel.  Ontem o programa tempo quente mostrou a  mostrou a revolta de um empresário que já foi furtado 4 vezes em um mês, o que a polícia tem feito em situações assim. 

As câmeras de segurança flagraram a ação de assaltantes que arrombaram um restaurante do centro de Cascavel, o comerciante se revolta ao esclarecer que teve o seu estabelecimento furtado pela 4 vez em um mês.

Segundo  a Polícia Militar  o patrulhamento tem sido feito na região central e nos bairros, as  ações de prevenção são  tentativas  de reduzir o número de ocorrências, assaltos, furtos e outros crimes. 

A Guarda Municipal nos informou que a câmera que que existia na esquina das ruas Souza Naves com a Paraná foi retirada a poucos dias e realocada para outro endereço. As câmeras da avenida Brasil, como falamos ontem, estão desligadas e só voltarão a funcionar com os fim das obras do BID no calçadão.

O comentário de Paulo Martins

 Os americanos, nos tempos do velho oeste, enforcavam os ladrões de cavalos não para recuperar os cavalos...Mas para ensinar que os cavalos não eram para ser roubados. E essas lições sempre foram bem assimiladas àquela época por lá, tanto que através dessa forma evitavam o crescimento desse tipo de bandidagem, mantendo essas ações criminosas em níveis toleráveis… E convenhamos, níveis toleráveis, em se tratando de roubos, assaltos, arrombamentos, gatunagem e assassinatos no brasil de hoje é o que cada vez se distanciam mais e mais de nosso estado de espírito, pois desde que os militares decidiram sair de cena, deixando a batuta nas mãos dos civis, o que se tem assistido é o crescimento do mal sufocando o bem. A revolta desse dono de restaurante, roubado pela quarta vez, é pertinente, é compreensível e justificável seu estado de espírito – como de todas as demais vítimas de atos criminosos, vítimas que se espalham por esse país, do Oiapoque ao Chui... O que não se justifica é a falta de medidas eficientes, adequadas de proteção à sociedade, medidas rigorosas e principalmente esmagadoras, que já deveriam ter sido empregadas por um governo que, ao invés disso, decidiu adotar a corrupção como prioritária, seguido nesse mister por “legisladores” que seguindo o mesmo exemplo da esfera do governo, preferem flertar com o banditismo ao invés de liderarem e exigirem aprovação de medidas que deixem de acariciar e, sim,  punir os criminosos. Resta saber se esses coniventes e admiradores de criminosos foram banidos das urnas nessa última eleição e se o eleitor soube escolher outros que venham, através de novas leis, a partir do ano que vem, inspirar punições exemplares como faziam os americanos no velho oeste com os ladrões de cavalos e, contar também com inquilino da cadeira governamental que venha a cumprir e adotar a reação que há tanto tempo se espera nesse país, reação da vergonha na área da segurança, vergonha que venha seguida com a mesma envergadura também na saúde e na educação. Assim é que... “ou é agora...ou nunca”.   



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