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Prefeito reconhece déficit no contrato do transporte coletivo

Fernando Brevilheri

foto: Emerson Dias

O Prefeito de Londrina Marcelo Belinati (PP) admitiu discutir subsídios para empresas do Transporte Coletivo que alegam estar passando por uma crise financeira em função da queda no número de passageiros.  As duas operadoras TCGL e Londrisul já enviaram vários ofícios à Prefeitura e à CMTU apontando a necessidade de aportes financeiros.

No mês passado, os trabalhadores chegaram a realizar uma paralisação por atraso no pagamento dos salários. Já os salários de abril (pagos em maio) foram depositados – o que afasta o risco de novos protestos. 

O prefeito disse em entrevista que todos os contratos da prefeitura existem cláusulas de reequilibro. “É fato que existe um problema no transporte público municipal não em Londrina, mas no Brasil todo. Nós tínhamos antes da Pandemia 150 mil pessoas que utilizavam o transporte coletivo em londrina hoje isso gira em torno de 50 mil pessoas” - afirmou. 

Questionado sobre o risco de novas greves, o prefeito disse que existe um déficit no contrato e isso está sendo analisado técnica e juridicamente. “Muitas cidades do Brasil estão adotando a questão do subsídio então nós estamos analisando qual o caminho a ser tomado para que se preserve o transporte numa maneira que atenda a população que possa ser seguro do ponto de vista da Pandemia, enfim a gente tem que construir uma solução”. 

Marcelo afirmou ainda que aguarda o estudo técnico para tomar decisão de como reequilibrar o sistema. “Ou reduz linha ou encontra outros caminhos e solução”. 

Pelo contrato, as empresas também tem direito à revisão tarifária anual, o que até agora não ocorreu.

 

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