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Londrinense participa de projeto do Comitê Olímpico Brasileiro em Portugal

Da Redação

Atleta da equipe Londrina/FEL/IPEC, Tatiane Raquel da Silva, está participando, em Portugal, do projeto “Missão Europa”, do Comitê Olímpico Brasileiro (COB). Os treinamentos tiveram início nesta quarta-feira (2), e serão realizados na cidade de Rio Maior, a 75 quilômetros da capital Lisboa. Atualmente, a londrinense é a melhor atleta do Brasil nos 3.000 metros com obstáculos, e vem se preparando para alcançar o inédito índice olímpico. Ela deve permanecer em solo português pelos próximos 30 dias.

O projeto “Missão Europa” conta com dezenas de atletas, incluindo outras modalidades. Parte dos atletas já está classificada para os Jogos de Tóquio em 2021, e outros tentam obter o índice e garantir presença da competição.

Antes da viagem, Tatiane já havia retomado ritmo forte de trabalho, focando em não perder fôlego na busca pelo tão sonhado índice olímpico. Em Portugal, a rotina será de treinos intensos, uma vez que não há previsão de competições. O período será aproveitado para priorizar alguns trabalhos específicos.

Segundo a atleta, o camping de treinamentos será importante para aprimorar treinos nas barreiras, treinos mais rápidos e também em pista sintética, por estar mais acostumada a trabalhar as atividades em pista de carvão. Seu foco está voltado para o GP Brasil e o Troféu Brasil, previstos para acontecer em dezembro, competições nas quais ela terá a chance de tentar fazer o índice olímpico nos 3.000 metros com obstáculos, que é de 9m30seg. De acordo com Tatiane, a ideia é aproveitar a boa estrutura e extrair o melhor dos treinos para buscar o índice nessas competições.

Para o técnico do Londrina/FEL/IPEC, Gilberto Miranda, os treinamentos em Portugal serão uma grande oportunidade para a atleta, que, com alta estrutura disponível, poderá se dedicar exclusivamente às preparações.

O país europeu foi o escolhido pelo COB por já ter uma situação de maior controle da pandemia. Inclusive as finais da Liga dos Campeões da Europa foram disputadas lá, no último mês. Para poder viajar, os atletas tiveram que fazer o exame PCR-Covid 72 horas antes da viagem e foram testados novamente assim que pisaram em solo europeu.

Com assessoria

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