Petrovic vê amistosos na China como importantes para o Mundial de Basquete

Estadão Conteúdo
Basquete | Publicado em 22/08/2019 às 18:01

A seleção brasileira masculina de basquete faz nesta sexta-feira, a partir das 9 horas (de Brasília), o primeiro de uma série de três amistosos na China que fecharão a preparação para o Mundial, que começará no próximo dia 31. Em Guangzhou, o time comandado pelo técnico croata Aleksandar Petrovic encara os anfitriões do torneio, que serão os adversários novamente no domingo, em Wuhan. Na sequência, o rival será o Tong Xi, bicampeão da Liga Chinesa nas temporadas 2010 e 2011, na cidade de Yixing.

Para Aleksandar Petrovic, mais do que enfrentar os donos da casa e uma equipe de ponta do país anfitrião, esses amistosos têm vários componentes importantes e podem ajudar muito para uma boa estreia no dia 1.º de setembro diante da Nova Zelândia, em Nanjing.

"Esses jogos serão importantes por várias razões. Primeiro porque temos que nos adaptar o mais rápido possível ao fuso horário e acho que está sendo importante termos chegarmos um ou dois dias antes das outras seleções. Sabemos o quanto estamos sofrendo com a diferença daqui para o Brasil, que é de 11 horas. Temos que fazer nosso corpo funcionar melhor a cada dia", afirmou Petrovic.

"Se a terceira partida me serve apenas como um treino para colocar todo mundo para jogar e dar uma minutagem de 15 a 18 minutos para cada jogador, os dois primeiros jogos contra a China serão importantes para aumentar nosso balanço defensivo e não deixar os chineses chutarem, já que são quem mais se aproximam do jogo da Nova Zelândia, que também tem bons chutadores", analisou o técnico da seleção.

Um dos destaques do Brasil nas vitórias sobre Argentina e Montenegro, em Lyon, na França, na semana passada, por um torneio amistoso, Vitor Benite faz coro às palavras de Petrovic e destaca o fato de a seleção da China ter características diferentes dos adversários que a seleção enfrentou até o momento.

"Acho que é muito interessante já estarmos na China para continuidade do trabalho e jogar contra seleções que jogam um basquete diferente das que enfrentamos no Brasil e na França. Isso agrega outras coisas para nosso sistema defensivo e para a maneira que atacamos. É sempre interessante termos um equilíbrio nesses amistosos para tentar acumular o máximo de experiência possível para chegar na competição mais bem preparado", disse o camisa 8.



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