Londrina
Cascavel
  • Londrina
  • Cascavel

Adélio diz que se sair da prisão vai “cumprir missão de matar Bolsonaro”

31/05/19 às 17:39 - Escrito por Redação Tarobá News
siga o Tarobá News no Google News!

Adélio Bispo de Oliveira, autor do atentado contra o hoje presidente da República Jair Bolsonaro, em Juiz de Fora, afirmou durante avaliação psiquiátrica que tentou assassinar o então candidato porque, se eleito, Bolsonaro “entregaria nossas riquezas ao FMI, aos maçons e à máfia italiana”.

Para Adélio, de acordo com o que disse na avaliação, seriam mortos “os pobres, pretos, índios, quilombolas, homossexuais, só ficando os ricos maçons dominando as riquezas do Brasil”. O autor do atentado, cometido à faca, na cidade mineira em 6 de setembro do ano passado, está preso em Campo Grande (MS).

Adélio Bispo disse ainda que, quando sair da prisão, vai “cumprir sua missão de matar Bolsonaro e também  Michel Temer (ex-presidente da República), que também participaria do complô maçônico para conquistar as riquezas do Brasil”.

Leia mais:

Imagem de destaque
APOSTAS ABERTAS

Mega-Sena acumula mais uma vez e prêmio chega a R$ 21 milhões

Imagem de destaque
COB

Brasil fecha delegação para Paris com inédita maioria de mulheres

Imagem de destaque
ORIENTAÇÕES

Saúde atualiza gestores e profissionais sobre normas em vacinas

Imagem de destaque
POSTO INVESTIDOR

Apenas uma empresa apresenta proposta na privatização da Sabesp

As declarações constam na decisão do juiz Bruno Savino, da 3.ª Vara Federal de Juiz de Fora, que julgou inimputável (impossibilidade de ser condenado) o agressor de Bolsonaro por sofrer de Transtorno Delirante Persistente.

Em carta enviada à direção do presídio onde está, Adélio Bispo pede transferência para Montes Claros, Região Norte de Minas, onde já morou, “em razão daquele prédio ter sido construído com características da arquitetura maçônica, além do local estar impregnado de energia satânica”.

A decisão reproduz trecho do laudo psiquiátrico de Adélio Bispo e como surgiu a doença. “O periciado é portador de Transtorno Delirante Persistente. A raiz da doença é genética, reforçada por vivência traumática na mais tenra infância. O periciado em nenhum momento citou qualquer relação afetiva. Da mesma forma, tanto no primeiro quanto no segundo (tempo pericial) não se referiu a nenhum amigo (…) Ou seja, apresenta uma total falta de capacidade de vinculação (…)”.

Fonte: Exame


Notícias relacionadas

© Copyright 2023 Grupo Tarobá