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Caminhoneiros e motoristas de aplicativo não descartam greve

Da Redação

Foto: Roberto Peres/Tarobá

Os caminhoneiros e motoristas de aplicativos realizam o segundo dia consecutivo de manifestações na PR-445, no jardim Ana Rosa, em Cambé. A movimentação começou na manhã de terça-feira (2) na mesma via, no trecho que fica na zona sul de Londrina, nas proximidades do posto Formigão. Teve início de forma tímida, com poucos caminhões estacionados no acostamento, mas aos poucos foi ganhando força.

Um dos organizadores do protesto, Vinicius Cedro, já fala em uma nova greve geral da categoria. A ação é contra o último aumento no preço do combustível. Foi o quarto reajuste do diesel somente neste ano, com elevação de mais 5% - R$ 0,13 por litro, nas refinarias.

Segundo dia de manifestações
Nesta quarta-feira (3), os caminhões ficaram estacionados em um lado da rodovia. A outra pista foi liberada para trânsito de outros veículos. A Polícia Rodoviária Estadual (PRE) acompanhou o protesto pacífico e informou que essa manifestação dos caminhoneiros é a única que acontece na região do Norte e Norte Pioneiro do Paraná. 

Segundo informações das equipes, caminhoneiros que passavam pelo trecho não estariam sendo forçados a parar. A rodovia ficava fechada por uma hora e manifestantes receberam doações de alimentos para dar continuidade.

A Tarobá está no local e uma reportagem especial será exibida no programa Tarobá Urgente que começa às 17h45.

Greve geral
Em maio de 2018, a categoria realizou uma paralisação geral de caminhões em rodovias de todo o Brasil. Entre os motivos, também estava o preço do combustível. Com veículos parados, diversos setores foram afetados como falta de combustível em postos, voos cancelados, falta de alimentos, suspensão de aulas, ônibus do transporte público com frota reduzida, entre outros.

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