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Cinco cidades da região tiveram saldo positivo de empregos até junho

30/07/22 às 15:43 - Escrito por Redação Tarobá News

O estoque de emprego formal no primeiro semestre em cinco cidades da região apresentou saldo positivo. Londrina se destacou para alavancar os números e o setor de serviços foi o que mais contratou.


O levantamento foi feito pelo Núcleo de Pesquisas Econômicas Aplicadas da UTFPR, em cinco  cidades da região metropolitana de Londrina, com maior representação na economia, incluindo Cambé, Ibiporã, Rolândia e Arapongas. Na soma, o resultado para o mês de junho, foi positivo com 878 novos postos de trabalho. Somente Ibiporã fechou o mês com saldo negativo de 74 vagas. O resultado geral mantém a tendência de alta consecutiva registrada nos cinco meses anteriores.


“Em Ibiporã, é importante a gente ressaltar que a presença de cooperativas acabam trazendo uma performance um pouco diferente, muito ligada à agricultura. Em períodos que não é utilizada mão de obra, um contingente de trabalhadores é desligado”, explica o economista, Marcos Rambalducci.  


O setor que mais criou empregos foi o de serviços com 710 novos postos de trabalho, seguido pela indústria com 115 vagas a mais. Entre os cinco municípios da pesquisa, que somam 82% população e 86% do PIB da Região Metropolitana, Londrina foi responsável pela maior parte da geração de empregos, com 769 postos de trabalho formal no mês de junho e elevação de 0,51% em relação ao mês anterior. A cidade fechou o 1º semestre com saldo positivo de 3.374 empregos com carteira assinada, o segundo melhor desde 2021.


Mais que a geração de novos postos de trabalho, os números mostram uma recuperação econômica que cria uma rede de benefícios para todos. Isso porque com mais gente melhorando a renda, o consumo também cresce, alavancando diversos setores e gerando mais empregos.


“Toda vez que a indústria vai bem e a construção civil gera postos de trabalho, podemos garantir que no mês seguinte teremos geração de postos de trabalho, tanto no setor de serviços, como no comércio”, ressalta o economista. 

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