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Comerciantes de Londrina temem lockdown e realizam campanha

Weslley Lemos

Os comerciantes londrinenses temem um lockdown, que seria o fechamento de todos os serviços não essenciais, por conta do momento crítico da Covid-19. O setor vem sofrendo com prejuízos desde o início da pandemia, em março do ano passado, com diversos fechamentos e atendimentos em horários restritos.

Desde o início de 2021, para um alívio momentâneo, a administração municipal vem mantendo o decreto que libera o funcionamento das lojas de segunda a sexta-feira, das 9h30 às 18h30, e aos sábados, das 9h30 às 13h. Porém, com o aumento no número de casos e leitos lotados nos hospitais o cenário pode mudar.

O Ministério Público entrou com um recurso na Justiça, ainda sem definição, solicitando o fechamento de bares, restaurantes, igrejas e academias. O comércio ficou de fora da mira da promotora Suzana de Lacerda. O prefeito Marcelo Belinati (PP) também não cogita fechamento do setor neste momento, em uma transmissão ao vivo pelas redes sociais no último domingo (21), ele descartou o lockdown. Mas o medo de amargar novos dias sem vendas está presente entre os lojistas. 

Reunião de prefeitos
Existe a previsão de uma reunião entre os prefeitos da Região Metropolitana de Londrina para discutir medidas restritivas para amenizar a situação da pandemia. Um dos assuntos em pauta é o possível lockdown. O encontro deve acontecer nesta sexta-feira (26) e também vai discutir a possibilidade de um Hospital de Campanha que atenderia todos os municípios.

Campanha
As lojas são obrigadas a manter diversos cuidados para evitar o contágio da Covid-19, como uso de álcool em gel, máscaras e controle de clientes dentro dos estabelecimentos. Uma campanha de conscientização foi lançada para justamente alertar sobre os cuidados. Na visão do Sincoval (Sindicato do Comércio Varejista de Londrina), o trabalho tem dado certo e os empresários não podem relaxar neste momento complicado. Assista! 

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