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Custando R$ 45 por kg, cobre virou alvo de traficantes e quadrilhas

04/10/22 às 13:26 - Escrito por Redação Tarobá News

Fornecimento de energia interrompida, semáforos inoperantes, prejuízos no comércio, nas residências, no cmei, nos posto de sáude, nas praças, na iluminação pública e no bolso do cidadão. Uma ação criminosa que avança numa proporção muito maior do que as ações de fiscalização e repressão: o furto de fios de cobre. bandidos qualificados parecem estar no domínio da situação.  


E qual o destino do cobre? para efetivar a comercialização os fios precisam ser desencapados e o processo envolve a queima, que faz o plástico derreter mais rápido.


A área onde é feita essa queimada é extensa, com solo cheio de cinza. fica há poucos quilômetros do centro, entre a mata e uma lavoura. Os fios mais grossos e de alto valor de mercado não precisam passar pelo processo. Neste caso eles são extraídos do plástico manualmente e a casca fica espalhada por todos os lados. e tudo o que acontece no local, configura crime ambiental.


O preço de mercado gira em torno de R$ 45 o quilo. O perfil de que furta cobre exige certa experiência. A câmara de vereadores chegou aprovar uma lei para que as empresas de ferro velho façam  o cadastramento dos fornecedores, mas pelo volume de furtos, no processo, falta efiência.


A polícia realizou vários flagrantes, mas os ladrões não permanecem presos. Em agosto um casal foi surpreendido no momento em que furtavam os fios do viaduto Olindo Periolo. Juntos eles somavam 46 passagens.


Confira mais detalhes na reportagem exibida no Jornal Tarobá 1ª Edição:


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