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Equipe de gestão acompanha processo para novo aterro sanitário em Toledo

Redação Tarobá News

A destinação de resíduos (lixo) é um desafio mundial. Cada município procura empenhar esforços para encontrar soluções que possam diminuir a geração e dar o melhor destino. Em Toledo, são destinadas, em média, 95 toneladas de resíduos todos os dias para o Aterro Sanitário (AS). Entre dezembro de 2021 e janeiro de 2022 houveram picos de 185 toneladas/dia com os festejos de fim de ano. 

Como as camadas de resíduos orgânicos (lixo sujo, que não é possível reciclar ou reaproveitar) do Aterro Sanitário de Toledo estão próximas de alcançar a sua vida útil, o prefeito Beto Lunitti instituiu uma comissão interna formada por vários gestores para discutir ações a respeito. São dois focos acompanhados paralelamente, um relacionado ao processo licitatório da nova célula (área destinada para receber os resíduos) e o dia a dia da célula atual. 

As reuniões da comissão acontecem semanalmente. Nesta sexta-feira (14), o prefeito Beto Lunitti cobrou da equipe gestora sobre os avanços na manutenção da atual célula. O secretário de Desenvolvimento Ambiental e Saneamento (DAS), Junior Henrique Pinto, atualizou as informações, como o projeto de incêndio das duas unidades de valorização de resíduos (UVR), o conserto do triturador, a motobomba nova em operação nas lagoas de chorume, a balança rodoviária com impressão dos comprovantes, além de outros processos em andamento e as ações de Educação Ambiental. 

O secretário informou que o município já dispõe de área de aproximadamente 23 mil metros quadrados para abrigar a nova célula do Aterro Sanitário e passar a receber os resíduos quando a atual célula chegar ao seu esgotamento definitivo. “Essa área já está licenciada e serão investidos mais de R$12 milhões na construção da primeira etapa, bem como a estação de tratamento de efluentes. O cronograma para ela entrar em funcionamento é a partir de 2023”, estima Junior. 

Ele explicou que a compactação e a disposição do espaço da célula, onde são destinados os resíduos, a distribuição do lixo e a cobertura de terra influencia na vida útil de cada camada. “Outro fator que influencia diretamente na vida útil do Aterro Sanitário é a coleta seletiva, a separação do resíduo e até mesmo os hábitos de consumo das pessoas”, acrescenta o secretário. 

O engenheiro civil do Aterro, Flávio Augusto Scherer, deu uma dica importante para auxiliar as pessoas a separarem o lixo: “Não é necessário fazer todas as separações, basta dividir o resíduo orgânico do que pode ser reciclado. Ou melhor, dividir lixo seco e lixo úmido, além de procurar ter hábitos de consumo conscientes, gerando o mínimo de resíduos”, salientou Scherer. 

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