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Justiça determina prisão preventiva de homem que atirou e matou tesoureiro do PT

11/07/22 às 12:54 - Escrito por Bruno Rodrigo

O caso do Tesoureiro do PT, Marcelo Arruda, que foi morto em sua festa de aniversário por um apoiador do Presidente Jair Bolsonaro em Foz do Iguaçu, chocou o Brasil. Nesta segunda-feira, acontece o velório e sepultamento de Marcelo. Durante a manhã, autoridades policiais se pronunciaram sobre o caso, dando sequências as investigações.


Marcelo, que era Guarda Municipal, comemorava seu aniversário de 50 anos com uma festa temática do Ex-Presidente Lula. Em determinado momento, Jorge José da Rocha Guaranho, Policial Penal Federal e apoiador do Presidente Jair Bolsonaro, foi até o local e segundo as investigações, desferiu xingamentos com teor político aos presentes na festa e ameçou os presentes. Momentos depois ele voltou até o local e após discutir com Marcelo, trocou tiros com a vítima, que morreu ainda no local.


Jorge, por sua vez, está internado em estado grave no Hospital Municipal Padre Germano Lauck, em Foz do Iguaçu. Ele está sob escolta policial, e teve sua prisão preventiva determinada pela justiça, após um pedido do Ministério Público. O Gaeco auxilia nas investigações do caso, que é tocada pela Delegacia de Homicídios.


"O Gaeco vai acompanhar de perto a investigação, que segue a cargo da Polícia Civil. Nós vamos acompanhar as oitivas, os depoimentos, as perícias, não que o promotor titular não faria, mas em razão da designação especifica e em razão da repercusão do caso, é obvio que o MP tem todo o interesse de que seja apurado de forma séria e imparcial os fatos, e que os responsáveis sejam punidos exemplarmente", afirmou o Promotor de Justiça do Gaeco, Tiago Lisboa Mendonça.


O Secretário de Segurança Pública de Foz do Iguaçu, lamentou o caso e afirmou se tratar de intolerância política.


"Foi uma tragédia por divergências políticas, mas era um direto do nosso Guarda comemorar o aniversário da maneira que bem entendesse, e estava fazendo isso de maneira muito feliz. Caracteriza uma divergência politica, uma intolerância entre duas pessoas, que não poderia ter terminado desta forma", explicou Marcos Antônio Jahnke.


Confira mais detalhes na reportagem exibida no Jornal Tarobá 1ª Edição.

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