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Audiência debate problemas na área da saúde pública

11/12/17 às 08:07 - Escrito por Redação Tarobá News
Foto: Câmara de Vereadores -

A Câmara de Vereadores de Londrina realiza uma audiência pública sobre o atendimento oferecido à população pela rede municipal de saúde, a partir das 19h. Desde o início deste ano, a Comissão contou com a colaboração de outros parlamentares para realizar visitas em todas as unidades de saúde do município, que também foram acompanhadas por representantes do Sindicato dos Médicos do Norte do Paraná (Sindmed) e da Promotoria de Direitos Constitucionais e Saúde do Trabalhador, do Ministério Público.

"Durante a audiência vamos relatar o que vimos, abordar os principais problemas e abrir espaço para que outros órgãos e entidades se manifestem porque a situação não é boa. Dados da própria Secretaria da Saúde mostram que existe uma fila de espera de 20 mil cirurgias e de cem mil consultas com especialistas", informou o vereador João Martins (PSL) presidente da Comissão de Seguridade, que é composta ainda por José Roque Neto (PR), vice-presidente e Jamil Janene (PP), membro.  Ainda segundo João Martins, as deficiências na área da saúde estão relacionadas a falta de médicos, infraestrutura inadequada e insuficiência de insumos. "Os problemas não são novos, mas aumentam a cada ano e gostaríamos de unir gestor, vereadores e demais órgãos na tarefa de dar um basta para algumas situações", disse João Martins.

Entre as propostas que o vereador pretende discutir durante a audiência está  a necessidade de que todas as unidades de saúde de Londrina tenham licença sanitária para o seu funcionamento. O assunto, que já foi objeto de Pedido de Informações ao Executivo pelo presidente da Comissão de Seguridade, é polêmico, mas pode surtir bons efeitos para a comunidade. "Por conta de uma lei federal, a licença não é obrigatória. Com certeza a exigência da licença vai deixar todos mais atentos às condições físicas dos postos e os problemas, principalmente de infraestrutura terão prazo para serem resolvidos",  avalia João Martins.    

(ASCOM/CML)

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