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Bolsas de NY fecham sem direção única, impactadas por Netflix e Goldman Sachs


Os principais índices acionários de Nova York fecharam sem direção única nesta terça-feira, 18, orientados pelos resultados trimestrais de duas empresas: a Netflix e o Goldman Sachs. A primeira fez o S&P 500 e o Nasdaq renovarem as máximas históricas de fechamento, enquanto a última fez pressão sobre o Dow Jones.

No fechamento, Nasdaq subiu 0,47%, para 6.344,31 pontos e S&P 500 avançou 0,06%, para 2.460,61 pontos. Já o Dow Jones caiu 0,25%, aos 21.574,73 pontos.

O balanço financeiro da Netflix, divulgado ontem após o fechamento dos mercados, foi bem recebido pelo mercado ligado a tecnologia, principalmente porque a empresa registrou o melhor 2º trimestre da sua história no quesito novos assinantes. O Nasdaq, principal índice do setor tecnológico, foi impactado como um todo e os papéis da companhia encerraram a terça-feira em alta de 13,54%, com cada ação valendo US$ 183,60.

Hoje mais cedo, o Goldman Sachs divulgou um recuo de 40% na comparação anual em sua receita líquida com renda fixa, câmbio e commodities. Apesar do lucro líquido ter avançado US$ 1,83 bilhão no 2º trimestre, o lado negativo do balanço acabou prevalecendo no mercado financeiro. O setor bancário mundial ficou pressionado e o Goldman Sachs encerrou o dia em queda de 2,60%.

Além dos balanços, o mercado também levou em consideração a derrota do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao tentar aprovar a reforma da saúde no Senado. A liderança do seu próprio Partido Republicano desistiu da iniciativa ao perceber que não teria votos suficientes para aprovar o projeto. Por meio do Twitter, Trump se disse decepcionado com "todos os democratas e alguns republicanos".

Amanhã, dados das construções de moradias iniciadas nos EUA e o relatório semanal de estoques do Departamento de Energia (DoE, na sigla em inglês) podem influenciar os investidores.


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