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Maioria das bolsas europeias sobe, de olho em Yellen, BoE e corporações

13/07/17 às 15:10 - Escrito por Estadão Conteúdo
Foto: Divulgação -

As bolsas europeias fecharam na maioria em alta, com investidores atentos ao discurso da presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), Janet Yellen. O pregão foi positivo para ações de vários bancos. Em Londres, porém, houve leve recuo, após declarações do Banco da Inglaterra (BoE, na sigla em inglês). Além disso, notícias de empresas estiveram no radar.

O índice pan-europeu Stoxx 600 fechou em 0,36%, a 386,29 pontos.

Membro do conselho do BoE, Ian McCafferty deu declarações consideradas favoráveis a um aperto na política monetária no Reino Unido, o que deixou a praça londrina pressionada. Houve ainda atenção para o depoimento de Yellen no Senado, em busca de pistas sobre a trajetória da taxa de juros nos EUA. Yellen falou que o Fed continua a observar a inflação com muito cuidado nos EUA, mas manteve a expectativa de uma elevação gradual de juros no país.

Na agenda de indicadores do continente, o índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) da Alemanha subiu 0,2% em junho ante maio e subiu 1,6% na comparação anual, como esperado pelos analistas.

Na bolsa de Londres, o índice FTSE-100 fechou em queda de 0,05%, em 7.413,44 pontos. No setor bancário, Lloyds subiu 2,06% e Barclays teve ganho de 1,59%. Já a petroleira BP recuou 0,84%. Entre as mineradoras, Glencore caiu 0,14% e Anglo American cedeu 0,27%, em dia de fraqueza do cobre. Entre as mais negociadas, Sunrise Resources recuou 3,85%.

Em Frankfurt, o DAX subiu 0,12%, para 12.641,33 pontos. Commerzbank avançou 2,69% e Deutsche Bank ganhou 0,49%, entre os bancos, e Deutsche Telekom subiu 0,54%. Por outro lado, Metro caiu 3,32% e Daimler teve baixa de 0,47%.

Na bolsa de Paris, o índice CAC-40 avançou 0,25%, a 5.235,40 pontos. ArcelorMittal foi destaque e subiu 2,28%, após um analista melhorar a recomendação do papel. Já a companhia de serviços no setor de petróleo Technip teve baixa de 1,96%, após uma piora na avaliação do papel. Crédit Agricole subiu 1,05% e BNP Paribas avançou 1,41%, entre os bancos, mas no setor de energia a Total avançou 0,08%.

O índice FTSE-MIB, da bolsa de Milão, teve ganho de 0,42%, para 21.521,91 pontos. Intesa Sanpaolo subiu 0,14%, Banco BPM ganhou 0,13% e UniCredit recuou 0,29%, no setor bancário. Além disso, Fiat avançou 3,87% e Enel subiu 2,05%.

Na bolsa de Madri, o IBEX-35 fechou com alta de 0,93%, para 10.658,30 pontos. Telefónica avançou 2,17%, entre as mais negociadas, e Iberdrola ganhou 0,07%. Entre os bancos, Santander e BBVA subiram 1,11% e 1,86%, respectivamente.

Em Lisboa, o índice PSI-20 fechou com avanço de 2,00%, na máxima do dia, em 5.319,28 pontos. Banco Comercial Português subiu 6,28% e EDP-Energias de Portugal teve ganho de 1,07%, enquanto Galp Energia subiu 0,19%. Sonae teve alta de 2,68%, mas Corticeira Amorim recuou 0,80%. (Com informações da Dow Jones Newswires)

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