Ao comentar protestos na França, Trump volta a criticar Acordo de Paris

Estadão Conteúdo
Mundo | Publicado em 08/12/2018 às 16:05

Foto: Michael Reynolds/ EPA/EFE

Em sua conta no Twitter, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, lamentou a violência durante os protestos acontecidos hoje na capital da França, e aproveitou para criticar o Acordo de Paris, compromisso internacional que conta com 195 países com o objetivo de diminuir o aquecimento global.

"Dia e noite muito tristes em Paris. Talvez seja o momento de finalizar o ridículo e extremamente caro Acordo de Paris e devolver dinheiro ás pessoas na forma de menos impostos? Os EUA estavam muito a frente neste sentido e foi o único grande país a diminuir as emissões no ano passado", escreveu Trump em sua conta na rede social.

Pelo quarto fim de semana consecutivo, manifestantes tomaram as ruas da capital francesa neste sábado contra medidas do governo de Emmanuel Macron. Entre as insatisfações dos protestantes, estão o aumento dos impostos sobre combustíveis e o alto custo de vida na França.

Em marcha na região da Champs-Elysée, em Paris, os manifestantes autodenominados de "coletes amarelos" entraram em confronto com policiais, que dispararam bombas de gás lacrimogêneo e usaram canhões d'água para tentar dispersar a multidão. (Renato Carvalho - renato.carvalho@estadao.com)



Relacionados

Mundo | 16-02-2019 15:30

Vaticano expulsa ex-cardeal Theodore McCarrick, acusado de abusos sexuais

Vaticano expulsa ex-cardeal Theodore McCarrick, acusado de abusos sexuais

Mundo | 16-02-2019 13:15

EUA cobram que UE reconheça Guaidó como presidente da Venezuela

EUA cobram que UE reconheça Guaidó como presidente da Venezuela

Mundo | 15-02-2019 15:05

Deputada democrata diz que decreto de Trump "ameaça segurança" e será contestado

Deputada democrata diz que decreto de Trump "ameaça segurança" e será contestado

Mundo | 15-02-2019 14:40

Líderes democratas prometem contestar no Congresso e na Justiça decreto de Trump

Líderes democratas prometem contestar no Congresso e na Justiça decreto de Trump

PUBLICIDADE