Policial

Testemunhas de atentado em escola de Medianeira prestam depoimento

01 out 2018 às 11:00

As testemunhas e familiares de alunos do atentado em uma escola pública de Medianeira, na região oeste do Paraná, serão ouvidos nesta segunda-feira (1), pela Polícia.

Ontem (30), o pai do adolescente que atirou contra os estudantes do Colégio José Manoel Mondrone foi solto depois de pagar fiança de quase R$3 mil, decretada pela Justiça. Ele vai responder por porte ilegal de arma e omissão de cautela, quando deixa um menor de idade utilizar a arma. O pai, que é agricultor, tinha sido detido na sexta-feira passada.

O filho do agricultor e outro adolescente suspeito de dar suporte ao ataque foram transferidos da cadeia pública para o Centro de Socioeducação de Foz do Iguaçu. Um adolescente de 15 anos foi ferido com os tiros e está internado no Hospital do Trabalhador, em Curitiba.

De acordo com o último boletim médico, o paciente “encontra-se estável clinicamente, está acordado e lúcido, conversando. Respira confortavelmente em ar ambiente e não requer suporte intensivo no momento. Apresenta alterações motoras com melhora em relação ao exame da admissão no hospital e, no momento, não tem indicação de tratamento cirúrgico segundo avaliação da equipe da Ortopedia”. Ele ainda não tem previsão de alta.

As aulas na escola estadual José Manoel Mondrone, em Medianeira, na região oeste do Paraná, serão retomadas somente nesta terça-feira (2). O colégio tem 1500 alunos. As aulas devem ser retomadas na terça-feira (02) e o assunto será abordado em sala de aula.

O atirador de 15 anos usou uma garrucha calibre 22 e disparou pelo menos seis tiros em sala de aula. Os pais dele disseram na delegacia que sabiam que o filho sofria bullying por estar acima do peso e por ser do interior. A mãe afirmou ainda tentava orientá-lo a respeito, mas que não esperava que o garoto pudesse reagir com violência.

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