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TJ decide se mantém ou não júri popular para pai de Eduarda

14/10/20 às 10:09 - Escrito por Redação Tarobá News

O Tribunal de Justiça vai decidir, até o mês que vem, se mantém ou não júri popular para o pai de Eduarda Shiguematsu, morta em abril de 2019.

Os desembargadores da 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Paraná devem analisar entre os dias 9 e 13 de novembro um recurso apresentado pela defesa de Ricardo Seidi. O pedido é para que ele não vá a júri popular pela morte da filha, Eduarda Shigematsu. A menina foi encontrada morta em abril de 2019, em Rolândia.

Em agosto, o juiz criminal de Rolândia determinou que o acusado responda diante dos jurados por homicídio qualificado. Na mesma decisão, o magistrado definiu que a avó da garota, Terezinha de Jesus Guinaia, não será julgada. A defesa de Ricardo Seidi diz que Eduarda se matou. Se o TJ acatar a tese da defesa, Ricardo Seidi será julgado apenas pela ocultação de cadáver, ou seja, não vai mais a júri popular.

Desde o início das investigações, o rapaz confessou ter escondido o corpo da filha e sempre negou a morte dela. Durante o processo, a justiça ouviu mais de 10 testemunhas, além dos réus.

Entenda o caso
Eduarda Shigematsu desapareceu no dia 24 de abril de 2019 após deixar a mochila com o material escolar em casa. A garota não foi mais vista e o pai e a avó começaram as buscas junto com vizinhos. O corpo da menina foi encontrado enterrado no quintal de um imóvel que pertence a família do pai dela, quatro dias depois. O pai, Ricardo Seidi, foi preso no mesmo dia e confessou que escondeu o corpo da filha, mas negou que tenha matado a criança.

A avó, Terezinha de Jesus Guinaia, foi presa poucos dias depois. Ela foi em junho do mesmo ano e nega a participação no crime. Ricardo Seidi segue preso. 

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