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Duas testemunhas faltam, e somente uma é ouvida pela CP da ZR-3

26/07/18 às 12:02 - Escrito por Redação Tarobá News

Duas das três testemunhas convocadas para depor na Comissão Processante não apareceram para depor hoje. A CP apura a conduta dos vereadores afastados Rony Alves (PTB) e Mario Takahashi, réus na operação ZR-3.

Reinaldo Ribeirete chegou pontualmente, mas não permitiu imagens durante o depoimento. Ele é testemunha arrolada pelo Vereador Mário Takahashi. Na saída explicou que foi questionado sobre a tramitação de projetos no Ippul, Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano, que o empresário presidiu entre janeiro de 2017 e fevereiro de 2018.

Segundo Ribeirete o pedido de mudança de zoneamento feito por Júnior Zampar, na propriedade da família dele, não foi aceito porque Londrina tem carência de zonas industriais.

A arquiteta Ignês Dequech, que presidiu o Ippul entre 2013 e 2016, foi convocada mas não foi depor. Ela também era integrante do Conselho Municipal da Cidade e é acusada de corrupção e organização criminosa na operação ZR-3. Por ser ré no processo não pode entrar em prédios públicos e essa foi a justificativa para faltar pela segunda vez a reunião da Comissão Processante. O ex-presidente do Sinduscon, Osmar Ceolin Alves não foi porque está viajando. Os dois são testemunhas arroladas por Rony Alves.

O plenário da Câmara tem até 24 de agosto para votar o relatório final. A Justiça prorrogou o afastamento dos vereadores Rony Alves e Mário Takahashi. A decisão foi tomada para evitar prejuízos as investigações e possíveis ameaças a testemunhas eles pretendem recorrer.

Rony Alves conseguiu na Justiça o direito de voltar a receber o salário de vereador, apesar do afastamento. Já Mário Takahashi fez um pedido administrativo que foi negado. Com a prorrogação do afastamento ele também entrou com pedido judicial .

(Reportagem: Livia de Oliveira/ Andelson Moro)

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