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Manifestação contra Governo Federal acontece neste sábado em Londrina

Redação Tarobá News

Manifestantes vão às ruas neste sábado (24) para protestos contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e em defesa da vacinação contra Covid-19. Em Londrina, a concentração do ato acontece às 15h, em frente ao Cine Teatro Ouro Verde.

Assim como aconteceu em atos semelhantes em maio e junho, a manifestação pede mais vacina e medidas para o enfrentamento da crise econômica. Com o mote “vacina no braço e comida no prato, os manifestantes criticam a conduta do governo federal no combate à pandemia.

Segundo Fernan Silva um dos membros do Comitê Unificado, que organiza a manifestação, as reivindicações são importantes frente ao contexto em que o Brasil está passando. “A gente tem duas reivindicações, que são a demora para comprar a vacina sem esquemas de comissionamento e em relação à crise econômica que a gente está passando. Além da pandemia e da crise sanitária que a gente enfrenta, a gente percebe que o governo fez um auxílio emergencial muito pressionado pelos parlamentares, deixou um tempo sem, depois voltou. A inflação também aumentando e o brasileiro está com bastante dificuldade de colocar comida no prato”, explicou.

O Comitê Unificado ressalta que tem caráter pacífico e que não compactua com nenhum tipo de atitude violenta. Segundo Fernan, após a experiência com as primeiras manifestações, a comissão de segurança do movimento reviu os protocolos de segurança. “A gente percebeu que, a princípio, a comissão de segurança tinha o papel de fechar as ruas para que passasse a marcha, mas depois a gente a necessidade de agilizar a retirada de possíveis provocadores para evitar uma reação”, disse.

Na última manifestação realizada em Londrina, comércio de diversas ruas por onde o ato passou, tiveram portas e janelas pichadas. Em relação a esse assunto, Fernan explica que é bastante difícil identificar quem são as pessoas que realizaram as pichações. “Nenhuma das organizações que compõe o comitê tem a orientação de realizar esse tipo de intervenção e a gente não consegue saber quem são as pessoas que fazem”, afirmou.

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