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Suplência de mais um vereador preso na Pecúlio está indefinida

17/01/18 às 14:06 - Escrito por Redação Tarobá News

Com a prisão de mais um vereador ontem na oitava fase da Operação Pecúlio em foz do Iguaçu, que investiga o desvio de dinheiro público, já tem morador querendo saber o que vai acontecer com a vaga do Dr. Brito que já entrou câmara com suplente na vaga de outro vereador que também está afastado do legislativo por causa da mesma operação.

Nas ruas da cidade não se fala de outra coisa a não ser na prisão de mais um vereador. Luiz José de Brito o "Dr. Brito " do partido Patriota, foi preso preventivamente pela Polícia Federal numa ação conjunta com o ministério público federal. Além dele o assessor do vereador, jornalista, José reis o "cazuza", um funcionário do hospital municipal, dois funcionários da clínica do médico e vereador e um servidor público municipal. A acusação é de desvio de dinheiro público, de acordo com a polícia a organização criminosa recebia dinheiro por aparelhos alugados pelo hospital e prestação de serviços de empresas, pelo menos 10 mil reais por mês iam para a quadrilha.

O problema agora é a indefinição caso o vereador seja cassado. Dr Brito assumiu um lugar na câmara no lugar do vereador Rudinei de Moura que foi afastado pela operação Pecúlio. O suplente do Dr. Brito seria Marino Garcia, que também está impedido de se aproximar do legislativo municipal, por ordem da justiça. O mesmo caso acontece com o segundo suplente, Paulo Cesar Queiroz (coquinho). A vaga então seria ocupada por um terceiro suplente, João Sabino. Mas a lei diz que o candidato precisa ter no mínimo 10% dos votos do coeficiente eleitoral para ter direito à suplência. Na última eleição municipal, sabino fez 451 votos e deveria ter no mínimo 900 votos para ser suplente na coligação.

O presidente da câmara Rogério Quadros disse que até o momento não recebeu qualquer comunicado oficial da justiça sobre o caso e aguarda para tomar providências.

Ainda segundo o presidente da câmara, se o vereador Dr. Brito for cassado a justiça eleitoral deverá decidir qual outra coligação ou partido tem direito a essa cadeira.

Reportagem de Caio Vasques 

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