'Contingenciamento do orçamento das IFPR foi de 3,5%'

Paulo Martins
Política | Publicado em 13/05/2019 às 13:16

Representantes da Universidade Federal do Paraná receberam hoje senadores e deputados federais. Eles debatem sobre o corte de 30% de verbas destinadas a universidade. 

O anúncio desse bloqueio no orçamento foi feito pelo ministério da educação no começo deste mês.


Comentário do Paulo Martins

Por mais que as redes sociais estejam esclarecendo, através de pronunciamentos de vários circunstantes da politica brasileira, que o contingenciamento de 30% se refere à verba para despesas não obrigatórias das universidades federais, há insistência em manter esse protocolo distorcido no foco de discussões, pois essa galvanização traz em si, principalmente quando distorcida, um natural desgaste à área do governo que procura acertar distorções que vem sendo praticadas nesse setor há mais de 14 anos. 

O contingenciamento do orçamento das Instituições Federais de Ensino Superior foi de 3,5 %, bem menor do que os 30% que o próprio MEC havia mencionado em nota oficial, aliás, informação publicada – por incrível que pareça – pelo Jornal o Globo, órgão que se junta ao grupo de comunicação que declaradamente tem boicotado informações corretas relacionadas ao governo. 

Agora, o que não é mais possível o povo brasileiro continuar sustentando – pagando caro através de seus impostos – são os abusos, as irreverências, até mesmo atos de anarquia que andam sendo produzidos em várias entidades de curso superior e sustentando até teses de mestrado e doutorado, teses que afrontam formações morais e familiares como, por exemplo, na universidade da Bahia que promove o curso de “extensão do pensamento lésbico contemporâneo”...ou “a performance de gênero e sexualidade em mulheres praticantes de Swing” na universidade de pernambuco” ou ainda “tatuagem e construção de identidade em periguetes, assim como “desejo, excitação e prazer entre boys de programas”e, uma série de outras teses, títulos e conteúdos mais infames ainda, tudo patrocinado pelo caro dinheiro dos impostos do povo brasileiro e, sem se citar – o que exigiria espichados pronunciamentos para se tentar classificar - o que chamam de “protestos diários nessas entidades”, protestos com alunos desfilando nús pelos corredores, praticando sexo para plateias excitadas no interior das universidades, pichações, cartazes e até cenas degradantes e indecorosas como círculos de alunos em locais de reuniões, pelados, introduzindo dedos uns nos outros. 

É degradante e, as imagens estão em generosos números à disposição de simples cliques no computador em canais da internet. Portanto, há muito mesmo o que fazer nesse setor e o cedo já se fez tarde para ser iniciado esse “o que fazer” em torno do que vem a ser mais grave do que porcentagens de contingenciamento.  



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