Londrina
Cascavel
  • Londrina
  • Cascavel

STJ mantém prisão do motorista de Porsche que causou acidente em SP

07/05/24 às 16:29 - Escrito por Agência Brasil
siga o Tarobá News no Google News!

Por unanimidade, a Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu nesta terça-feira (7) manter a prisão do empresário Fernando Sastre de Andrade Filho, o motorista do Porsche que provocou a morte do motorista de aplicativo Ornaldo da Silva Viana no dia 31 de março, em São Paulo.


Sastre foi preso ontem (6) pela Polícia Civil de São Paulo após o desembargador João Augusto Garcia, do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), entender que as medidas cautelares decretadas pela primeira instância contra o acusado, como proibição de se ausentar da comarca, não se aproximar de parentes das vítimas e manter os dados pessoais atualizados não são suficientes para o caso.


Ao negar pedido de habeas corpus protocolado pela defesa, o colegiado seguiu voto proferido pela ministra Daniela Teixeira. Para a ministra, não há ilegalidades na decisão do desembargador,  que determinou a prisão. "A prisão preventiva não se dá pelo clamor popular. Se dá para garantir a instrução penal", afirmou.

Leia mais:

Imagem de destaque
CESTAS BÁSICAS

Exército leva nesta terça 75 toneladas de donativos para o RS

Imagem para ilustrar o sorteio da mega-sena. Crédito para agência Brasil
APOSTAS ABERTAS

Mega-Sena sorteia nesta terça-feira prêmio de R$ 35 milhões

Imagem de destaque
UM MÊS FECHADA

Rodoviária de Porto Alegre é reaberta após enchentes no RS

Imagem de destaque
FABIO GALAN

Amigo de Robinho citado em processo de estupro trabalha no Instituto Neymar

O entendimento favorável à manutenção da prisão foi seguido pelos ministros Messod Azulay Neto e Joel Paciornik.


O acidente ocorreu no dia 31 de março, na Avenida Salim Farah Maluf, na zona leste de São Paulo. Segundo as investigações, o carro estava em alta velocidade antes de bater no Renault Sandero, de Ornaldo.

Fernando Sastre foi denunciado pelo Ministério Público de São Paulo (MPSP) por homicídio doloso qualificado (pena de 12 a 30 anos de reclusão) e lesão corporal gravíssima (que pode elevar a pena total em um sexto).


Defesa


Durante o julgamento, o advogado Eliseu Soares de Camargo defendeu a revogação da prisão e disse que a medida não é cabível para o caso. A defesa também acusou a imprensa  de "interferir" no curso do processo.


"A imprensa o colocou como o maior vilão deste país. No dia [em] que a polícia foi lá [cumprir o mandado de prisão], ele estava em uma chácara, perto de São Paulo, para passar o fim de semana com a família,  sem infringir nenhuma das cautelares", afirmou o advogado.

Notícias relacionadas

© Copyright 2023 Grupo Tarobá