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25º Festival Kinoarte de Cinema premia vencedores de curtas-metragens

22/11/23 às 21:32 - Escrito por Assessoria de Imprensa
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O último dia da 25ª edição do Festival Kinoarte de Cinema (25ª FKC), premiou no palco do espaço Cultural Villa Rica, os vencedores das competitivas de curtas-metragens Ibero-americana, Nacional, Paranaense e Londrinense. O 25º FKC recebeu 738 filmes inscritos e foram selecionados 46 curtas, distribuídos nas sessões competitivas, que divulgam a recente produção do setor e envolvem o público.


Todos os premiados – escolhidos pelo júri oficial e pelo voto popular - receberam o troféu Francelino França, homenagem do festival ao cineasta, dramaturgo e jornalista, morto em 2006, que atuou, residia em Londrina e dá nome ao troféu. O troféu foi concebido pelo artista plástico londrinense, Chico Santos. Receberam também valores em dinheiro, os escolhidos como melhor filme pelo júri oficial, das competitivas Nacional (R$ 5 mil), Paranaense (R$ 2 mil) e Londrinense (R$ 1 mil).


Vencedores no palco e aplausos do público

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As sessões competitivas de curtas-metragens do Festival Kinoarte de Cinema divulgam a recente produção do setor e envolvem o público em votações e principalmente em noite de premiação. O Cine Villa Rica, com a plateia formada por equipes de filmes e público, ovacionou os premiados em noite de discursos, agradecimentos e troféus.


O melhor filme da competitiva Ibero – americana escolhido pelo júri popular foi o documentário espanhol, “Caranguejo Azul (E uma Caixa de Madeira)/Cangrejo azul (y una Cámara de Madera)”, de Daniel Martinez e Carolina Bernal. O júri oficial (Bruno Dias, Carolina Sanches e Luli Rodrigues) escolheu como melhor filme “Ou que um raio me parta / O Que me Parta um Rayo”, de Karen Joaquin, uma ficção da República Dominicana e Espanha. A competitiva contou com a apresentação de sete filmes.


A competitiva Nacional de curta, uma das mais tradicionais do festival, recebeu 22 inscrições e dois curtas mineiros foram premiados. O júri popular escolheu como melhor filme “Lapso”, de Caroline Cavalcanti.  O júri oficial (Bruna Medina, Felipe Melhado e Karina Rampazzo), escolheu a ficção, “Ramal”, de Higor Gomes.

Ainda na competitiva Nacional, receberam troféus os curtas: melhor Direção de Arte, “Infantaria”, de Laís Santos Araújo; melhor Som, “Combustão Não Espontânea”, de Boni Zanatta; melhor Direção de Fotografia, “Lugar de Ladson”, de Rogério Borges; melhor Montagem, “Tudo que Vi Era o Sol”, de Leonardo Amaral e Pedro Maia Brito; melhor Roteiro, “Solos”, de Pedro Vargas e melhor Direção, “Lapso”, de Caroline Cavalcanti.

Mostrando a produção do nosso Estado, a competitiva Paranaense apresentou sete filmes. O voto popular escolheu a ficção, “Bença”, de Mano Cappu. O júri oficial, (Felipy Andrade, Larissa Rezino e Vanessa Deister) escolheu como melhor curta a animação, “Anacleto, o Balão”, de Carol Sakura e Walkir Fernandes.


Entre os nove filmes selecionados para participarem da competitiva Londrinense de curta, o júri popular escolheu a ficção “Fim de Semana Além do Tempo”, de Danilo Hokama. O júri oficial (Laura Francchi e Lúcio Flávio Moura) escolheu como melhor filme, a ficção “A Grande Nuvem de Magalhães”, de Maikon Neri e Yan Sorgi;


Comemorações: 20 do Instituto Kinoarte e 25 anos do FKC


O Kinoarte – Instituto de Cinema de Londrina – completou 20 anos de atividade e em comemoração, uma sessão especial com produções realizadas pelo instituto foi apresentada nesta edição do 25º FKC. Bruno Gehring, um dos fundadores do Kinoarte, diz que tudo começou com um grupo de amigos produzindo filmes de forma artesanal. “As produções evoluíram, a comunidade cresceu, fomos nos profissionalizando e contribuindo efetivamente para o crescimento do cinema londrinense, que hoje é uma realidade”, reforça Gehring.


O Festival Kinoarte de Cinema completou neste ano um quarto de século e foi realizado entre os dias 10 e 19 de novembro. Segundo Artur Ianckievicz, curador do FKC, o saldo do festival foi bastante positivo, movimentando a cidade em 10 dias, exibindo filmes diferentes tanto em temática quanto em abordagem artística, com públicos diversos e debates muito ricos.


“As sessões gratuitas tiveram excelente público, especialmente nas sessões de sábado à noite. Um dos grandes destaques foi o projeto social Kinocidadão com mais de 1.100 crianças, muitas delas pela primeira vez em uma sala de cinema. Também levamos o cinema para quem não pode chegar a ele em exibições com acessibilidade no Instituto Roberto Miranda e no ILES, e uma sessão especial ao ar livre no Jardim Nossa Senhora da Paz juntamente com o Coletivo Ciranda da Paz e o Coletivo Negro Dona Vilma Yá Mukumby”, comenta o curador.


E complementa, que nos 25 anos do Festival, “conseguimos fazer com que o cinema de Londrina – seja o assistir cinema, o exibir cinema ou o fazer cinema - tenha se desenvolvido e pluralizado bastante”.

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