Londrina
Cascavel
  • Londrina
  • Cascavel

Gaeco cumpre mandados em Apucarana e Medianeira na Operação Falsa Impressão

24/11/23 às 11:26 - Escrito por Assessoria de Imprensa
siga o Tarobá News no Google News!

O Núcleo de Londrina do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Paraná, e a Receita Federal cumpriram nesta sexta-feira (24), quatro mandados de busca e apreensão e dois de prisão temporária na segunda fase da Operação Falsa Impressão.


Os mandados, expedidos pelo Juízo da Vara Criminal de Grandes Rios, foram cumpridos em Apucarana, no Norte Central paranaense (três de busca e um de prisão) e em Medianeira, no Oeste do estado (um de busca e um de prisão).

Leia mais:

Imagem de destaque
MANDADOS

Polícia Civil deflagra operação, mas não consegue apreender fios de cobre

Imagem de destaque
PAIS PREOCUPADOS

Alunos de escola na zona leste terão aulas na zona oeste para reconstrução da estrutura

Imagem de destaque
POLICIAL

PF prende passageira com cocaína no aeroporto de Foz do Iguaçu

Imagem de destaque
AVENIDA MARINGÁ

Grupo que cortou árvore para vingança de acidente em Londrina pagará multa


As investigações começaram em junho deste ano, para apurar possíveis crimes de falsidade ideológica, lavagem de dinheiro e associação criminosa, após o Gaeco receber informações da Receita Federal de que um contador de Grandes Rios (município também no Norte Central do estado) integraria organização criminosa especializada em constituir empresas de fachada para funcionarem como “noteiras” (emissão de notas fiscais falsas). Apenas nos primeiros dez meses de 2023, foram identificadas pelo menos 182 empresas de fachada constituídas pelos investigados, que teriam movimentado aproximadamente R$ 250 milhões.


Os mandados de prisão temporária foram expedidos contra dois suspeitos de serem os líderes da associação criminosa, responsáveis por cooptarem os “laranjas” – geralmente, pessoas em situação de vulnerabilidade social, inclusive em situação de rua – para a criação das empresas falsas, que eram usadas para acobertar o transporte de mercadorias ilícitas com a emissão de notas fiscais “frias”, entre outros objetivos. Para isso, o contador receberia dinheiro do grupo criminoso – de R$ 500 a R$ 700 por empresa criada.


A ação desta sexta-feira buscou a produção de provas quanto os crimes investigados, com a apreensão de aparelhos celulares, computadores, documentos e outros bens, valores e objetos ilícitos ou de possível origem ilícita.


© Copyright 2023 Grupo Tarobá