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MP oferece denúncia por racha e homicídio doloso à Carlos Miguel Santos

19/04/24 às 13:57 - Escrito por Redação Tarobá News
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O Ministério Público ofereceu, nesta quinta-feira (18) denúncia à Carlos Miguel Santos Correa por racha e homicídio doloso, em acidente na BR-369, que vitimou sua esposa Nicóli Junqueira, de 19 anos e sua filha Alice, de apenas 1 ano e 2 meses no dia 10 de dezembro de 2023.  


Em janeiro, a Polícia Civil concluiu o inquérito e indiciou o acusado pelo crime de disputa de corrida ilegal, com resultado de morte. Na época, o delegado Edgard Soriani, responsável pelo caso, justificou, dizendo que não poderia imaginar ou presumir a intenção do acusado, dizendo que o possível dolo eventual poderia ser exagerado.


A expectativa da família de Nicóli, era que Carlos fosse preso pelo crime de homicídio com dolo eventual (quando se assume o risco de matar outra pessoa).  O delegado optou pela escolha pelo crime de disputa de racha com resultado de morte.

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O caso foi encaminhado a 18º Promotoria de Londrina. Mas a promotora responsável discordou do delegado. Ela concluiu que houve dolo. Por isso, a promotora se declarou incompetente para oferecer a denúncia e pediu que o processo fosse remetido para a 1ª Vara Criminal, que preside os processos de crimes contra a vida. A vara acolheu e o Ministério Público decidiu pelo oferecimento da denúncia contra Carlos por crime de racha e homicídio doloso qualificado.

 

O advogado da família diz que o crime de trânsito que foi associado ao caso (racha com resultado de morte), prevê o dolo eventual (quando se assume o risco de matar outra pessoa), já que Carlos assumiu o risco ao acelerar o carro que atingiu os 149km/h.

 

O acidente aconteceu na BR-369, próximo a Ceasa, na saída para Ibiporã. A perícia indicou que o Honda Civic estava a uma velocidade mínima de 149 km/h.

 

Com o impacto da batida a bebê foi ejetada para fora do veículo e morreu no local. Nicóli ficou internada no Hospital Universitário por 24 dias e morreu depois de sofrer uma parada cardiorrespiratória. O advogado que atende a família de Nicóli, entende que Carlos colocou a vida da esposa e da filha em risco.

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