Londrina
Cascavel
  • Londrina
  • Cascavel

Estado reconhece pesquisadores que contribuem com a ciência mesmo na aposentadoria

13/11/23 às 16:59 - Escrito por Agência Estadual de Notícias
siga o Tarobá News no Google News!

Após uma vida toda de qualificação e dedicada à ciência chega a hora da aposentadoria, o que não significa que estes cientistas não são mais produtivos. Ao contrário, é o momento em que estão no auge de suas carreiras científicas e que ainda têm muito a contribuir com a sociedade e para o avanço da ciência.


Há cinquenta anos, o cientista e doutor em Bioquímica Rubens Cecchini trabalha em benefício da sociedade e contribui para a formação de novos cientistas. Aos 70 anos, ele é bolsista sênior de um programa criado pelo Governo do Estado, por meio da Agência Araucária e da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti), que visa manter pesquisadores aposentados no sistema de ciência, tecnologia e inovação.

“A bolsa sênior representa um incentivo ao pesquisador experiente a participar de um grupo de cientistas mais jovens, como também mestrandos e doutorandos, oferecendo sua contribuição no desenvolvimento de projetos de pesquisa e formação de novos cientistas”, explica o cientista sênior.

Leia mais:

Imagem de destaque
PARANÁ

1º do País a implantar sistema de notificação de medicamentos antifúngicos

Imagem de destaque
CONFIRA!

Universidades estaduais têm 262 vagas abertas para cursos de mestrado e doutorado

Imagem de destaque
NA UFPR

Alunos de universidades estaduais podem se inscrever em disciplinas de pós

Imagem de destaque
PARANÁ

Colheita atípica de soja eleva exportações do Paraná em 282% em janeiro


Atualmente, Cecchini trabalha no projeto “Padronização e caracterização molecular de esferoides formulados a partir de cultura primária de carcinoma papilífero de tireoide: screening terapêutico in vitro e em tecido fresco”. O estudo tem como objetivo fazer a cultura primária de células tumorais de pacientes de câncer de tireoide no sentido de individualizar as terapias.


“Queremos saber qual quimioterápico consegue combater melhor determinado tipo de câncer de uma pessoa específica. Possibilitando tratamentos individualizados e direcionados, com o uso do medicamento mais adequado. Melhorando assim o prognóstico e a qualidade de vida pós-tratamento. Especialmente em casos mais agressivos da doença”, diz o pesquisador.



© Copyright 2023 Grupo Tarobá