Londrina
Cascavel
  • Londrina
  • Cascavel

Simepar explica “clima de doido” no Paraná em novembro e aponta recordes de calor e de chuva

02/12/23 às 08:24 - Escrito por Redação Tarobá News
siga o Tarobá News no Google News!

O Paraná registrou no último mês recordes de calor e de chuva em diferentes cidades do Paraná. É o que aponta o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), que nesta sexta-feira (1º de dezembro) divulgou uma espécie de balanço sobre o clima no estado ao longo do último mês.


De acordo com a publicação, as cidades de Fazenda Rio Grande, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC), e de Santo Antônio da Platina, no norte do Paraná, tiveram recorde histórico de temperatura no último mês, ao registrarem temperaturas máximas de 34,9ºC e 39ºC.


O dia mais quente da história paranaense, no entanto, foi registrado em Antonina, no litoral, em dezembro de 2018 (44,9ºC). Já em novembro último, a cidade com maior temperatura registrada num dia foi Guaraqueçaba, no litoral, com 42,1ºC.

Leia mais:

Imagem de destaque
DOENÇAS RARAS

Dia Mundial: Saúde reforça a importância do cadastro no Sidora

Imagem de destaque
SAÚDE

Fiocruz alerta para circulação simultânea da Covid-19 e do vírus da gripe

Imagem de destaque
FINANCEIRO

Paraná realiza 1ª prestação de contas ao Tesouro Nacional por meio de novo sistema

Imagem de destaque
PARANÁ

Estado deve produzir 21,12 milhões de toneladas de grãos na safra de verão 2023/2024


Enquanto alguns sofreram com o calor excessivo, no entanto, outros tiveram de lidar com as chuvas abundantes. Ao todo, dez cidades que possuem Estações Meteorológicas do Simepar registraram em 2023 recorde de chuva para o mês de novembro. um desses municípios foi justamente Curitiba, com precipitação acumulada de 286,4 milímetros no último mês, mais que o dobro da média histórica para o período, de 115,72 mm.


Outras cidades com recorde em novembro foram: Altônia (228,8mm); Cornélio Procópio (174,8); Francisco Beltrão (388,8); Laranjeiras do Sul (201,8); Palmas (416,2); Pato Branco (385,4); Pinhais (216,8); São Miguel do Iguaçu (421,6); e Ubiratã (256,6).


Da chuva intensa ao calor extremo

Ainda de acordo com o Simepar, alguns fatores ajudam a explicar o “tempo louco” de novembro no Paraná. Um deles é a passagem de algumas frentes frias, que influenciaram nas condições climáticas. Além disso, a configuração de um sistema de baixa pressão entre o Paraguai e norte da Argentina, associado a um fluxo de umidade e calor proveniente do Norte do Brasil, manteve o Paraná mais instável, induzindo a ocorrência de muitas chuvas e até mesmo tempestades. Além disso, também houve mais uma onda de calor no último mês e que atingiu vários estados do país.


No mês de novembro, tivemos passagem de algumas frentes frias que influenciaram as condições do tempo sobre o Paraná, ainda que a maioria tenha avançado de forma mais oceânica.  Além disso, a configuração de um sistema de baixa pressão entre o Paraguai e norte da Argentina, associado a um fluxo de umidade e calor proveniente do Norte do Brasil, manteve o Paraná mais instável, induzindo a ocorrência de muitas chuvas e até mesmo tempestades. Em novembro, tivemos também a ocorrência de mais uma onda de calor (Figura 1) que atingiu muitos estados do país, inclusive o Paraná. Em alguns setores tivemos registros das temperaturas mais altas do ano, com regiões que chegaram a apresentar quebra de recorde histórico.

© Copyright 2023 Grupo Tarobá