Na emergência, chamo o Samu ou o Siate? Entenda a diferença

Julia Neris
Cotidiano | Publicado em 14/01/2019 às 10:56

Qual a situação de emergência?

O Samu atende prioritariamente situações de urgência e emergência clínicas, como dores no peito repentinas (que podem ser sintomas de problemas no coração); queimaduras graves, intoxicação, crises hipertensivas, choque elétrico, afogamento, desmaios e crises de convulsão.


Quantas vítimas estão envolvidas na situação?

É importante saber se há mais de uma pessoa envolvida para saber quantas ambulâncias serão necessárias caso se confirme a necessidade de deslocamento das unidades móveis de urgência.


Qual a faixa etária das vítimas?

É importante saber, por exemplo, se existem crianças ou bebês envolvidos. Nestes casos uma ambulância especial para este tipo de atendimento pode ser acionada. Se o solicitante não souber a idade correta, é importante posicionar o atendente se é criança, adolescente, adulto ou idoso. Se for possível dar a idade aproximada, melhor.


Qual o local em que a vítima se encontra?

É fundamental para um atendimento mais rápido informar com o máximo de precisão o local onde está a vítima. Nome da rua completo, número e suas transversais, e um ponto de referência se possível. Também é bom informar se a vítima está dentro ou fora do imóvel ou estabelecimento. Essas informações ajudam no deslocamento da ambulância.


E aí?

Respondidas essas questões, a ligação é transferida com essas informações registradas para a segunda etapa de atendimento, feita pelo médico regulador. Com o especialista em linha, a ocorrência pode ter vários encaminhamentos conforme a gravidade da situação, que vai desde orientações básicas até o envio da ambulância.

Atualmente, o Samu atende em Curitiba cerca de mil ligações diárias. Destas, cerca de 800 se tornam ocorrências e destas, cerca de 400 resultam em envio de ambulâncias. As outras 400 têm outras formas de resolução, como as orientações do médico regulador.

As ligações que indicam caso de emergência são priorizadas pelos médicos reguladores. Eles despacham a ambulância até o local do atendimento e acompanham a situação pelo telefone. Ao mesmo tempo, buscam na rede de hospitais e Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) qual é a unidade especializada no tipo da ocorrência relatada, qual está mais próxima do paciente e com capacidade de atendimento naquele momento.


Fonte: Tribuna PR



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