Londrina
Cascavel
  • Londrina
  • Cascavel

Acampamento na porta da PF fica esvaziado

15/07/18 às 09:38 - Escrito por Estadão Conteúdo
siga o Tarobá News no Google News!

Depois de 100 dias da prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, após condenação na Lava Jato, o número de manifestantes que mantém a vigília "Lula Livre" no entorno do prédio da Superintendência da Polícia Federal (PF) em Curitiba passou de quase 2 mil por dia para 200 pessoas por semana. De acordo com a direção do PT, ao todo, cerca de 100 mil pessoas já passaram pelo local.

O clima entre moradores da região e manifestantes, que já foi tenso nos primeiros dias da prisão do petista, agora é mais ameno. A maior parte das pessoas que se concentram na porta da PF não dorme mais em barracas próximas, mas em alojamentos emprestados ou casas de amigos e parentes.

Mesmo assim, moradores ainda reclamam da mudança de rotina no bairro, já que as quadras estão protegidas por faixas de segurança, além das constantes manifestações de apoio ao ex-presidente. Todos os dias, os manifestantes gritam "bom dia", "boa tarde" e "boa noite" ao ex-presidente.

Leia mais:

Imagem de destaque
SAIBA MAIS

TSE rejeita recurso de Cloara Pinheiro; defesa diz que decisão não afeta mandato

Imagem de destaque
ACUSADO DE XENOFOBIA

Câmara de Apucarana descarta cassação de Vereador

Imagem de destaque
ENTENDA

STF anula mais uma condenação de Moro contra André Vargas na Lava Jato

Imagem de destaque
ENTENDA

Terminal Rodoviário é novo ponto de votação para as eleições de 2024

Amanhã deve haver uma audiência de conciliação promovida pelo Ministério Público, envolvendo PT e movimentos sociais, como CUT e MST, grupos de direita, como o Movimento Brasil Livre (MBL), e a Polícia Federal, para tratar do futuro da vigília pró-Lula.

"A gente não tem paz, não consegue sair de casa. Dizem que o ex-presidente é um preso político, mas na verdade hoje eu é que me sinto refém do PT", criticou a consultora de seguros Vivian Comin. Ela afirma que os apoiadores do petista intimidam moradores contrários à vigília.

Já a costureira Rosa de Fátima Trento Espíndola, também vizinha da vigília, apoia a causa e até auxilia os manifestantes com o seu trabalho. "Acho que os moradores acabaram entendendo que cada um tem seu livre arbítrio. Acredito que, em relação aos que não apoiam (o manifesto), a situação está mais tranquila", disse. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Notícias relacionadas

© Copyright 2023 Grupo Tarobá