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Boca Aberta deixa o Creslon após duas noites preso

Murilo Pajolla

O deputado federal Boca Aberta (Pros) deixou no início da tarde desta quinta-feira (28) o Creslon (Centro de Reintegração Social de Londrina), onde cumpriu por duas noites pena em regime semiaberto.

Do lado de fora, ele foi recepcionado por sua esposa, a vereadora Mara Boca Aberta (Pros), seu filho, o deputado estadual Boca Aberta Júnior (Pros), e um grupo de simpatizantes que carregava faixas e cartazes com mensagens de apoio, além dos advogados.   

A Justiça, por meio da Vara de Execuções Penais, atendeu a um pedido da defesa do parlamentar e permitiu que ele cumpra o restante da pena em regime aberto, sem tornozeleira eletrônica.  

Boca Aberta foi condenado a 17 dias de prisão por perturbação de sossego durante uma "Blitz da Saúde", durante a qual teria constrangido e intimidado profissionais da UPA Sabará. Na época, ele era vereador. 

O deputado passou os dias em um quarto, isolado dos demais presos, em razão da Covid-19 e também por se tratar de um parlamentar. 

"Me trataram como um rei aqui, até fiquei emocionado pelo tratamento que foi dado a mim. Inclusive os presos começaram a gritar meu nome e eu fui lá dar um salve pra eles, com autorização do [coordenador regional do Depen Reginaldo] Peixoto", contou. 

Após deixar o Creslon, ele foi de carro para casa, sem precisar usar tornozeleira eletrônica. Às 19h, ele iria para Brasília, retomar os trabalhar na Câmara Federal. 

Na saída da unidade, ele voltou classificar sua prisão como "perseguição". 

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