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Pagamento para funcionários do transporte coletivo sai de pauta

Fernando Brevilheri

foto: Tarobá

O fim da greve de motoristas e cobradores aliviou a tensão e adiou o debate sobre um projeto de lei que prevê pagamento prioritário a funcionários das empresas de transporte coletivo em Londrina.  

Sim é isso mesmo que você leu. Os vereadores querem que as operadoras do transporte urbano sejam obrigadas por lei a pegar o dinheiro que tem em caixa e utilizar preferencialmente ao pagamento de salário.  

O PL de autoria do vereador Mateus Thum (PP) e com apoio de outros parlamentares foi retirado de pauta na sessão desta quinta-feira 15, por cinco sessões. O projeto prevê multa que varia de R$10 mil a R$500 mil em caso de descumprimento. 

A matéria foi aprovada na terça-feira em regime de urgência sem antes ouvir das próprias empresas o motivo do atraso. A proposta do vereador Thum surgiu depois que o prefeito Marcelo Belinati (PP) disse na live de domingo 11, que as empresas TCGL e Londrisul teria preferido pagar os fornecedores em prejuízo aos trabalhadores. A categoria entrou em greve por causa de atraso nos salários de março. 

A crise no transporte coletivo agravada pela pandemia voltou à pauta da câmara esta semana, mas o legislativo, já discutiu o tema em 2020, sem sucesso. A vereadora Daniele Ziober (PP) fez pedido de informações e recebeu como resposta a queda de 62,5% nas passagens diárias entre maio de 2019 e maio de 2020. Segunda a diretoria de transportes da cmtu, o volume de passagens caiu de 128.332 em maio de 2019 para 48.102 no mesmo mês de 2020. 

 

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