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Festival de capoeira está com inscrições abertas

Redação Tarobá News

Imagem: Divulgação

O Projeto Ginga Viva Capoeira promoverá, nos dias 14 e 15 de janeiro, o Festival Cultural Raízes Ancestrais. A ação é uma realização da Associação Cultural Kaiango Capoeira e as atividades serão realizadas na Rua Emilio Striquer, 380, no Jardim Cristal II.

A entrada é livre e gratuita, porém o número de vagas é limitado a 50 pessoas. Para participar é preciso se inscrever com o professor de capoeira, Julio Cesar Simeão, que é o organizador do evento. O telefone para contato é o (43) 98421-9552, mas é possível se inscrever também pelo e-mail: [email protected]. No momento, há cerca de 15 vagas disponíveis. 

A programação inicia na sexta-feira (14), às 20h, com uma oficina de Maculelê, ministrada por Zulu, que é treinel de capoeira (quando se é aluno, mas já treina outras pessoas). O Maculelê é um tipo de dança folclórica oriunda da Bahia, com matriz nas culturas afro-brasileira e indígena, sendo considerada uma “dança guerreira”, realizada com bastões de madeira, ao som de toques de atabaque. 

No sábado (15), as atividades começam às 11h, com a oficina de Samba de Roda, realizada pela contramestra Lissandra. Ao meio dia haverá pausa para almoço, e às 14h o evento retorna com a tradicional roda de capoeira. Às 15h, será o batizado e a troca de graduações dos alunos do projeto.

De acordo com o professor do Projeto Ginga Viva Capoeira, Julio Cesar Simeão, todos os anos, o projeto promove algum festival. Em 2018, o grupo realizou o Festival Cultural Ginga & Viva a Capoeira, que reuniu mais de 100 capoeiristas de Londrina e região. “Em 2020, estava programado o Festival Cultural Raízes Ancestrais, com apoio do Promic, porém ele teve que ser cancelado devido ao novo coronavírus. A ideia inicial era ofertar cursos de Capoeira Contemporânea, Capoeira Angola, Maculelê e Samba de Roda, além do Batizado e troca de graduações”, contou Simeão.

Sobre o projeto – O Projeto Ginga Viva Capoeira existe há cinco anos, no Jardim Cristal I, na zona sul de Londrina. Ele é um projeto social, que visa levar cultura, cidadania, esporte e lazer, de forma gratuita, para crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social. Atualmente, integram as atividades as crianças e adolescentes de ambos os sexos, com idades que variam entre 5 e 17 anos. “Com o apoio do Promic, abriu-se um leque de possibilidades, pois temos recursos para pagar um cachê aos oficineiros, além das passagens e estada. Também podemos oferecer o uniforme da capoeira para os participantes do projeto e a aquirir os instrumentos musicais, que compõem a roda da capoeira, como três berimbaus, um atabaque, dois pandeiros e um agogô”, explicou o professor do projeto.

Segundo Simeão, a pandemia de Covid-19 restringiu as atividades do projeto, visto que as aulas foram suspensas em 19 de maio. Desta forma, o festival teve de ser adiado para 2022. “O Festival teve de ser repensado e adequado para a nova realidade que vivemos e hoje contamos com aproximadamente 25 participantes do projeto. O apoio do Promic foi e está sendo fundamental na realização das atividades e do festival”, contou.

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