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David Bowie, o camaleão do rock, morreu há cinco anos

Agência Brasil

Foto: Mauricio Gambarini, Agência Lusa

Vinte e cinco discos. Uma carreira marcada pela diversidade de estilos e linguagens. Criatividade, experimentação, multiplicidade de instrumentos e ritmos. Tudo isso, junto e misturado, transformou o multiartista britânico David Bowie, considerado um "camaleão do rock", em um superastro do século 20. Ele morreu há exatos cincos anos, em 10 de janeiro de 2016, aos 69 anos de idade, vítima de câncer.

No entanto, o legado musical de Bowie pode ser revisitado para novos olhares e ouvidos. As fases do trabalho de Bowie, são o tema do programa Momento Três, da Radioagência Nacional, que destacou o talento musical multifacetado de uma carreira que começou em 1969, e que incluiu também um caminho como ator em 30 filmes. O programa toca três dos seus sucessos: I´m Deranged, Cat people (Putting out fire) e Changes

Para celebrar a obra dele, o programa Música do Mundo destacou as músicas Let's Dance, em gravação de 1983; Heroes, uma parceria com Brian Eno e David Bowie, em gravação de 1977; e Space Oddity, de autoria dele, em gravação de 1969. 

Para celebrar a obra dele, o programa Música do Mundo destacou as músicas Let's Dance, em gravação de 1983; Heroes, uma parceria com Brian Eno e David Bowie, em gravação de 1977; e Space Oddity, de autoria dele, em gravação de 1969. 

No Brasil, a memória de Bowie inspira obras artísticas, como ocorreu com coreografias do Balé da Cidade de São Paulo . 



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